segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Noticias VitóriaCS

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O Vitória Clube de Santarém encontra-se a preparar a nova equipa para a Secção de Pesca 2010. Alguma falta de organização fez com que os resultados do clube não fossem o esperado, fazendo a equipa descer á 2ª divisão. No campeonato individual as coisas também não correram da melhor forma, pelo que leva o clube a tomar algumas medidas para 2010. Para o ano o clube conta com nove atletas para a equipa principal e todos eles irão fazer o individual da zona da 1ªARPDR (Filipe Santos desce á 1ª divisão regional).

A maioria dos elementos continuam na equipa, porém, três reforços já se encontram no activo. Filipe Lopes e Ricardo Simões são os atletas provenientes do Cartaxo que surgiram a meio da época corrente, João Quintela dará entrada no final do campeonato.

A direcção para o ano seguinte ficará a cargo de Filipe Santos (seleccionador) e Marco Freire (dirigente do VitóriaCS).

Está agendado para dia 1 ou 13 de Dezembro a primeira prova pós-campeonato do clube que irá decorrer na pista de Tomar.

*Cartaz da prova a publicar brevemente

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Mário Baptista e Gonçalo Martins no Campeonato da Europa

Mário Baptista e Gonçalo Martins estão confirmados no Campeonato da Europa. Mário Baptista esteve muito próximo de chegar a selecção mas a pouca sorte nos pesqueiros e principalmente, a generalizada falta de peixe, fez o elemento da Barros e Trabucco ficar de fora. Será reforço de Portugal para o campeonato europeu de 2010, juntamente com Gonçalo Martins.

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Este fim de semana,em Coruche, terminou o campeonato nacional da 1ª divisão. O peixe foi escasso fazendo com que cada um tivesse que dar o seu melhor, optando por diversas técnicas e muita paciência.

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Gonçalo era o primeiro a estar de fora para manter o seu lugar na 1ª divisão. Colocou um ponto final na incerteza carimbando o seu acesso ao campeonato europeu com um 3º lugar no sábado e um 1º no domingo.

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Só resta esperar que o próximos campeonatos (nacional e internacional) lhes corram ainda melhor do que este.

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Parabéns aos dois!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

CASA DE CAMPO - VENDE-SE SANTARÉM, RIBATEJO

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A 20 kms de Santarém; Traça original rústica, térrea, c/ água da rede, poço e luz. Instalada num terreno de 1,5 ha. Pronto a habitar- Composta de marquise, cozinha, despensa, sala comumc/ lareira,três quartos, casa de banho e adega. Mata c/ Sobreiros, Pinheiros e eucaliptos. Vista deslumbrante- "AUTÊNTICO SONHO"- 175.000.00€ - 35.000c.Tel. 243 301453 - 91 471 44 57 - 91 611 19 22 (O Próprio)

sábado, 12 de setembro de 2009

Prova em Tomar

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* Mais informações, contactar por telefone ou email

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Á Boleia



Ao fazer uma busca na web, descobri ao acaso esta imagem pouco vulgar que me deu vontade de fazer aqui no blog, uma pequena análise sobre este peixe invulgar.

A LAMPREIA



As lampreias são peixes de água doce ou anádromas com forma de enguias, mas sem maxilas. A boca está transformada numa ventosa circular com o próprio diâmetro do corpo, reforçada por um anel de cartilagem e armada com uma língua-raspadora igualmente cartilaginosa. Várias espécies de lampreia são consumidas como alimento.

As lampreias são classificadas Hyperoartia, que incluem os animais com maxilas. Algumas espécies de lampreias têm um número de cromossomas que é recorde entre os cordados, chegando a 174. A larva ammocoetes tem um tamanho máximo de 10 cm, enquanto que os adultos podem ultrapassar 120 cm.

As lampreias possuem no topo da cabeça um "olho pineal" translúcido e, à frente, uma única "narina", o que é um caso único entre os vertebrados actuais. Esta "narina" também é chamada abertura naso-hipofisial, uma vez que liga ao órgão do olfacto e a um tubo cego que inclui a glândula pituitária ou hipófise.

Os olhos são relativamente grandes, estão equipados de cristalino, mas não possuem músculos oculares intrínsecos, como os restantes vertebrados. Por trás deles, abrem-se sete fendas branquiais. Uma outra característica deste grupo de peixes é a inexistência de verdadeiros arcos branquiais – a câmara branquial é reforçada externamente por um cesto branquial cartilagíneo.



A ventosa que forma a boca da lampreia funciona como tal através dum complexo mecanismo que age como uma bomba de sucção: inclui um pistão, o velum e uma depressão na cavidade bucal, o hydrosinus.

As lampreias não têm um esqueleto mineralizado, mas encontram-se regiões de cartilagem calcificada no seu endoesqueleto. O crânio é composto por placas cartilagíneas, como o das mixinas, mas é mais complexo e inclui uma verdadeira caixa craniana onde está alojado o cérebro.

Tanto as lampréias marinhas como as de água doce se reproduzem em rios. A sua vida larvar (ver abaixo), que pode durar até sete anos, é sempre passada no rio onde nascem. A certa altura, elas sofrem uma metamorfose e transformam-se em adultos.

As espécies anádromas migram para o mar depois da metamorfose, onde se desenvolvem e atingem a maturação sexual. Este processo pode durar um ou dois anos. Quando atingem a maturidade sexual, as lampréias entram num rio, reproduzem-se e morrem.

As lampreias encontram-se principalmente em águas temperadas, tanto no hemisfério norte, como no sul.

Algumas espécies são parasitas, fixando-se a outros peixes, cuja pele abrem com a sua língua-raspadora e sugam-lhes o sangue. Esta é também uma forma de se deslocarem.
A ventosa bucal também lhes serve para se agarrarem a pedras ou vegetação aquática para descansarem. Por esta razão, em alguns locais da Europa são conhecidas por suga-pedra ("stone-sucker" em inglês).

As lampreias, principalmente a larva ammocoetes, são usadas como isco na pesca. No entanto, em alguns países (como Portugal, por exemplo), os adultos são considerados uma especialidade culinária.

A poluição dos rios, à qual as larvas são especialmente sensíveis, tem sido a causa da sua quase extinção em muitos rios da Europa. Existem registos fósseis de lampreias desde o período Carbónico superior, com cerca de 280 milhões de anos de idade.

GASTRONOMIA



Algumas espécies de lampreias são usadas como alimento. No sul da Europa, sobretudo em Portugal, Espanha e França, a lampreia é tida por iguaria requintada, sendo vendida nos restaurantes a preços muito elevados.

Em Portugal, a lampreia é comida sobretudo em arroz de lampreia, com uma confecção próxima da cabidela, e à bordalesa, um guisado normalmente acompanhado de arroz. Alguns restaurantes e casas fazem-na também assada no espeto. A lampreia é comida de finais de Janeiro a meados de Abril.

Aqui ficam umas receitas com lampreia para quem aprecia este ciclóstomo não só na própria época, mas igualmente, durante o resto do ano:

Sopa de Lampreia

Põe-se a refogar com banha e azeite uma cebola picadinha, bocados de presunto, salsa, pimenta e dente de alho. Adiciona-se água de cozer o peixe e deixa-se ferver alguns minutos. Entretanto, prepara-se ao lado, alguns toros de lampreia refogados em molho de sangue (sangue de lampreia misturado com vinho tinto) e que devem depois ser cortadas em fatias muito delgadas. Junta-se água de cozer o peixe, acrescenta-se um pouco de molho deixando-se ferver durante dez minutos. Deve-se servir quente, podendo acrescentar-se pão torrado e temperar a gosto.

Lampreia em Escabeche

À moda de Seixas, segundo a receita tradicional. Depois de pelada e limpa em água quente depois de tirada a tripa, areia-se de sal e fica assim durante três ou quatro horas. Faz-se uma marinada com meio quartilho de vinagre branco, meio quartilho de vinho branco bom, um quarteirão de azeite, umas pernas de salsa, umas rodelas de cebola, seis grãos de cravo e seis de pimenta, uma pitada de pimenta moída. Ferve durante dez minutos após o que se coloca a lampreia devidamente lanhada em toros após ter sido temperada de sal. Ferve durante meia hora e deixa-se arrefecer em separado lampreia e molho. Deita-se, posteriormente, numa terrina molho e lampreia e que deve ficar devidamente coberta e tapada.

Antigamente, e para conservar a lampreia durante o ano inteiro, a lampreia e o molho eram colocados numa lata e seria levada ao latoeiro para soldar fazendo com que a lampreia pudesse assim conservar-se o tempo que se quisesse.

Ovas de Lampreia com Ovos Mexidos

Ingredientes: ovas de uma lampreia / 3 ovos / uma cebola pequena / azeite q.b.

Preparação: batem-se os ovos que são adicionados às ovas da lampreia. Pica-se a cebola e vai tudo ao lume a fritar em azeite.

Pataniscas de Lampreia

Ingredientes: 1 lampreia seca fumada / 3 gemas de ovos / farinha q.b.

Corta-se a lampreia em pedaços e põe-se de molho em água durante algumas horas. Passam-se os pedaços de lampreia por ovo e farinha e fritam-se em sertã em larga fritura. Servem-se em travessa acompanhadas de verduras.

Espero que tenham gostado da análise;

(Wikitextos e Douro Culinária)

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Nível Superior

Como nestas pequenas férias não tive quase tempo para ir á pesca, os poucos dias que sobraram foram inteirinhos para o vicio.



Mais uma entre muitas idas ao mar com esperança que saia "aquele peixe". Ontem á tarde não estive muito longe desse feito ao capturar o meu mais recente troféu, um belo sargo com 1,500Kg que fez questão que o fosse buscar á água. Como não estava a pescar com as linhas mais adquadas e ainda por cima com um mar forte de mais para o pesqueiro onde me encontrava, tive que "fazer-me á vida". Após ter devolvido á água mais de 30 bogas, ferrei o mais esperado da jornada. Foi o unico exemplar a sair mas sinceramente... não me importei muito com isso!

Foi mais uma luta e momento para a posteriade.
Para a semana há mais! Espero...



Material:

- Cana Barros Energy Game 7
- Carreto Prosargus Titanium 3000
- Fio Trabucco S-Force 0,35mm
- Empate Trabucco XPS Strong 0,20mm
- Anzóis Owner CarbonBlack nº1

domingo, 2 de agosto de 2009

Barbo de 4Kg á Inglesa

Deixo aqui o comprovativo da captura feita pelo Filipe Santos, do Vitória Clube de Santarém, na pista velha do Cabeção. Após 40 minutos de luta com este "bichinho" o resultado está á vista. Tendo sido o exemplar capturado com madre 0,16mm e empate 0,12mm o mérito é sem duvida ainda maior.



Parabéns Filipe

sábado, 1 de agosto de 2009

Pesca com bóia - Canas Energy



Toda a série Energy foi estudada especificamente para responder às solicitações dos pescadores portugueses, tendo todas elas como factor comum, a elevada resistência. Todas as canas Energy são totalmente equipadas com componentes Fuji ( passadores e porta-carretos ). Também comum a todas as canas desta série é a utilização de um batente interior cuja função é evitar que os elementos se entalem quando a cana está fechada, evitando assim que os passadores se danifiquem.

Energy Game 7 : É a mais forte da série, com uma impressionante capacidade para suspender pesos ( 7kg ). Com acção muito dura é uma excelente opção para pescar com bóia de peão e/ou quando há necessidade de içar peixes de maior porte. Toda a cana excepto o 1º elemento é reforçada com “ X-Carbon Yarn “.

Energy Pilado : Sendo novidade em 2009/2010, representa a versão mais ligeira dos modelos reforçados com “ X-Carbon Yarn “. Igualmente dotada de capacidade para içar peixes, é uma cana bastante fina permitindo pescar com bóias mais pequenas e linhas mais finas.

Energy Game 4 : Não sendo reforçada com “ X-Carbon Yarn “, a Game 4, lançada no mercado em 2008 já deu grandes provas de fiabilidade. Muito fina e muito resistente, tem uma acção 2/3 cuja curva permite pescar com linhas finas sem grande risco de ruptura das mesmas quando se fazem ferragens mais bruscas.

Disponíveis individualmente ou em conjunto, sempre aos melhores preços.

Carretos recomendados:

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Manhã aos Sargos

Hoje resolvi ir fazer a enchente da maré aos sargos...





Após o temporário afastamento dos peixes da costa e a imensidão de algas na maioria dos pesqueiros, decidi ir averiguar se já havia peixe nas redondezas. E confere...



Perto de quatro horas de pesca deram para fazer alguns peixes. Sairam umas salemas, sargos e umas cavalas que pelo menos deram para matar o vicio.




Material:

- Cana Barros Energy Game 7
- Carreto Prosargus Titanium 3000
- Fio Trabucco S-Force 0,35mm
- Empate Escamma 100% Fluorcarbon 0,25mm
- Anzóis Prosargus Tsunami 1/0

sábado, 25 de julho de 2009

Pesca Embarcada "Norte"

Não pude deixar de colocar aqui este video, a captura de um safio com 22kg. Atenção á "linguagem" que não é de certo a mais simpática de se ouvir! Mas é definitivamente uma captura fantástica, tirando os pormenores de como o colocar para dentro do barco...

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Pista de Pesca em Santarém



E se existisse uma pista de pesca na zona de Santarém, mais precisamente no rio Tejo? Santarém é capital de distrito e para além de ter várias entidades relacionadas com a pesca desportiva e de competição, tem também um grande potencial para promover eventos de larga escala e com um rio mesmo á porta, custa-me pensar que tanta coisa podia ser feita em prole do desporto de todos nós mas infelizmente nada se vê... abre a pestana Moita!

A zona da Ribeira de Santarém foi dinamizada e transformada numa praia fluvial para que os habitantes de Santarém, e não só, tivessem um espaço ao ar livre com condições para que pudessem aproveitar da melhor maneira possível umas das zonas mais características da cidade. Agora pergunto eu… qual zona dinamizada? Condições? Existe uma praia? Se alguém me puder informar sobre o paradeiro destas infra-estruturas, agradeço…

Uma mera opinião: Só tenho pena do dinheiro que é esbanjado de uma forma tão irracional, não possa ser aproveitado decentemente por pessoas com mais sentido do que é que é ser presidente de uma câmara. Rotundas, rotundas é que Santarém precisa, porque até á data só tem duas dezenas delas (mais uma ou outra que aparece por ai) e que para uma capital de distrito é vergonhoso…

Agora cingindo-me apenas ao assunto, será uma ideia capaz de “ter pernas para andar”? Como o anuncio do leite, se não nos mexermos em prole da pesca desportiva quem se mexerá…

A história do Marlin Azul



Maior espadim-azul da Europa
18-09-2008 18:10

A embarcação de pesca lúdica Jocanana, do Clube Naval de Sesimbra, pescou hoje o maior espadim-azul da Europa, que, depois de homologado, fixará um recorde na European Federation of Sea Anglers (EFSA) Portugal.


419 quilos, 4,40 metros de comprimento e 92 centímetros de largura fazem do espadim-azul pescado no dia 17 de Setembro o maior capturado em águas europeias, batendo o recorde conseguido em Setembro de 2004 em Lagos, e que se mantinha nos 383,47 quilos.

Depois do peixe ter mordido o isco, por volta das 16 horas, os três tripulantes da embarcação demoraram cerca de sete horas para conseguir recolher o espadim-azul para dentro do barco.

O espadim-azul do Atlântico foi pescado a cerca de 70 milhas da costa de Sesimbra e foi descarregado por volta das 14 horas de hoje.

O espadim-azul é um peixe da mesma espécie do espadarte, uma das referências gastronómicas de Sesimbra e frequentemente pescado através das embarcações de pesca lúdica que praticam ao largo da costa do concelho.

O sucesso do espadarte junto da população levou a Câmara Municipal a criar uma Quinzena Gastronómica do Espadarte que, curiosamente, se inicia na próxima semana.

O sucesso da quinzena inaugural dedicada ao espadarte, que decorreu no ano passado, levou à continuação do projecto.

Este ano, o espadarte será ementa de 42 restaurantes do concelho entre os dias 27 de Setembro e 12 de Outubro.

Robalo 5,700kg

Então foi assim…

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Novembro de 2007, após uma semana a dar robalos com força, esta foi a última captura que consegui (acabei em beleza). Os peixes estavam a sair ao fim do dia mesmo antes do sol se por, depois disso nem toque tinha. A parte mais engraçada da história deste dia foi o facto de no caminho de Santarém até á praia Del’Rei, a bomba de água da minha Renault deu o badagaio… mas com a febre de querer apanhar algum peixe que fosse, ainda insisti em ir até lá parando de 5 em 5 kms para por água no carro. Só o facto de chegar ao pesqueiro já foi uma briga enorme e sabia lá eu que estava outra briga para vir!

Por causa do carro cheguei mesmo no fim do dia já com o sol mesmo no horizonte e lá fui eu a correr pelo monte a baixo direito a uma enseada com misto de pedra e areia onde nos dias anteriores já tinha feito uns peixes e assumi que fosse o melhor sítio da zona. Curioso ou não estava lá mais uma pessoa a “spinnar” que não faço ideia do que pensou a ver-me correr pela praia a fora passando para a frente dele mais ou menos uns 50mt direito á tal enseada. Assim foi, ao terceiro lançamento sinto uma pancada forte, mas nada de outro mundo. Arranca direito á margem o que me fez pensar que o ia perder, pois deixei de o sentir por uns segundos. Mas não, estava bem ferrado. Não demorei muito a encostá-lo á rebentação mas senti muitas dificuldades em move-lo daquela zona porque assim que passava da rebentação o peso era enorme. Com o recolher das ondas o peso duplicava e aí percebi que vinha lá “peixão”. Rezei logo a todos os anjinhos pedindo que o 0.30 fosse o melhor amigo do homem! Numa onda maior deixei-o vir com a rebentação e saltei para cima dele deixando-o ficar entre os joelhos, quando a onda recolhe é que vejo o que tinha apanhado. Fique pasmado mas nunca pensando que tivesse o peso que tinha. Mandei um palpite de 3kg mas chegando a casa descobri que tinha 5.700kg. Eu bem estranhei o facto de quando o pus dentro da minha Eastpack ficar mais de metade fora!


No caminho para casa soube-me bem parar de 5 em 5 kms para por água no carro, até me ria sozinho

Neste momento é o meu recorde pessoal de mar mas espero que futuramente apanhe mais algum e nem seja só parecido, pois é uma luta e um momento inesquecível para qualquer pescador.

Material utilizado:

Cana: Cormoura Perfect 3.3
Carreto: Playway Mod.30
Fio: Awashima 0.30 Spinning Fluoro - curiosidade: aguenta até 5.700kg, nem mais nem menos

* Artigo postado no Oceano Ibérico

Libertar Achigãs

Final da 1ª prova do campeonato da APPA de 2008, foram poucos e pequenos mas o que conta é a atitude. Pode ser que um dia tenhamos a sorte de os pescar outra vez...

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